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Criador da maior rede de lanchonetes do mundo morre aos 90 anos

Rede Subway, aberta em 1965 por Peter Buck com um amigo, tem hoje mais de 40 mil lanchonetes, superando as rivais McDonald’s e Starbucks

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O físico nuclear nascido em Portland, Maine, em 1930, morreu em um hospital em Danbury | Foto: Getty Images

Peter Buck, cujo investimento de US$ 1.000 na lanchonete de um amigo da família deu origem à Subway, maior rede de restaurantes do mundo, morreu aos 90 anos. Ele começou o negócio em Connecticut em 1965.

O físico nuclear nascido em Portland, Maine, em 1930, morreu em um hospital em Danbury, Connecticut, em 18 de novembro, informou a Subway em um comunicado. A causa de sua morte não foi divulgada, segundo informou a agência AP News.

Aos 17 anos, o amigo da família Fred DeLuca perguntou a Buck como ele poderia ganhar algum dinheiro para ajudar a pagar a faculdade. Buck sugeriu ao amigo abrir uma loja de sanduíches.

Em 1965, ele e DeLuca abriram “Pete’s Super Submarines”, em Bridgeport, com o sanduíche mais caro vendido por 69 centavos de dólar.

A dupla mudou o nome para “Subway” três anos depois e decidiu transformá-lo em uma cadeia de lanchonetes, vendendo franquias — um movimento que acabaria por tornar ambos bilionários.

Criador da Subway deixa fortuna de cerca de US$ 1,7 bilhão

A Forbes estimou o patrimônio líquido de Buck em US$ 1,7 bilhão. DeLuca morreu em 2015 aos 67 anos. O Subway diz que agora tem mais de 40 lanchonetes em diversos países, superando as redes McDonald’s e Starbucks.

Como físico, Buck foi contratado pela General Electric em 1957 em um laboratório em Schenectady, Nova York, e trabalhou em usinas atômicas para submarinos e navios da Marinha dos EUA. Mais tarde, ele trabalhou para a United Nuclear em White Plains, Nova York, e os Serviços de Energia Nuclear em Danbury, onde ele fez sua casa, de acordo com um obituário preparado pela família.

Ele também atuou na filantropia, fazendo doações significativas para muitas organizações, incluindo a Smithsonian Institution, à qual ele deu um rubi de 23 quilates em homenagem à sua segunda esposa, Carmen Lucia Buck, em 2004.

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