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Como escolher o melhor fundo de investimento

Fundos dão acesso a investimentos de maior ou menor oscilação, como em ações e de previdência privada. Conheça cada um

fundos de investimento

Mercado oferece diversas opções que envolvem fundos expostos a maior ou menor risco | Foto: Getty Images

Indicado tanto para investidores novatos como para os experientes, os fundos de investimento são boas alternativas para compor a carteira de aplicações financeiras.

O mercado oferece diversas opções que envolvem fundos de investimento expostos a maior ou menor risco.

As estratégias pré-estabelecidas pelos gestores como investir somente em renda variável, no câmbio ou no mercado imobiliário é que vão determinar o nível de risco de cada fundo de investimento.

Veja o que você vai encontrar neste artigo sobre fundos de investimentos. Clique no link desejado para ir direto à informação desejada:

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O guia a seguir ajudar a entender como funciona esse tipo de investimento.

O que são fundos

Os fundos de investimento consistem em uma modalidade de aplicação financeira coletiva, que capta recursos de vários investidores.

Esse tipo de investimento permite aplicações de baixo valor e oferecem gestão profissional, o que é ideal para investidores iniciantes.

A gestão do fundo de investimento também pode ser feita de forma passiva, acompanhando um índice de referência e buscando retornos acima do mesmo (CDI e Ibovespa, por exemplo).

Quais são os tipos de fundos de investimento

Fundos de investimento em ações

Para ser considerado um fundo de ações, a carteira deve ter pelo menos 67% das aplicações em renda variável.

O restante das alocações pode estar dividida entre outros tipos de investimento.

Os fundos de investimento em ações são indicados a pessoas que tenham um perfil de investidor considerado moderado ou arrojado, que aceitam tomar mais risco em prol de possíveis retornos mais altos.

Além disso, esse tipo de investimento requer mais paciência do investidor, uma vez que tem como norte o longo prazo.

Fundos multimercados

A carteira de um fundo multimercado conta com ativos de diferentes classes: renda fixa, moedas, commodities e ações, por exemplo. 

A diversificação de fundos multimercado, em geral, oferece maior risco que a renda fixa, porém, busca maior rentabilidade.

Multimercados são fundos de investimento indicados para investidores que estão dispostos a arriscar um pouco mais seu patrimônio em troca de maior rentabilidade.

Fundos de investimento em renda fixa

Nessa modalidade, 80% da carteira deve estar aplicada em produtos de renda fixa, como títulos do Tesouro Direto, CDBs (Certificado de Depósito Bancário), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), por exemplo.

Os gestores investem em ativos ligados à indicadores como a taxa Selic, a inflação e taxa DI (depósito interbancário).

Aqui entram também os fundos que investem em dívida externa. Este tipo de fundo aplica os recursos em títulos da dívida do Brasil que são negociados no mercado internacional.

Fundos cambiais

Esse tipo de investimento busca retornos baseados na flutuação de moedas estrangeiras. É considerado de alta volatilidade.

Para ser caracterizado como cambial, o fundo deve ter ao menos 80% de seu patrimônio alocado em ativos do gênero.

Considerada a moeda mais segura do mundo, o dólar é atrelado a muito dos investimentos.

Fundos de investimento em índices (ETFs)

São fundos que investem em índices de referência, buscando replicar sua performance.

Exemplos de índices mais utilizados como referência são o Ibovespa, S&P 500 e o IBrX 100.

Por ser caracterizado como de gestão passiva (sem atuação direta de gestores), as taxas cobradas costumam ser mais baixas.

Fundos de previdência privada

Como o próprio nome prenuncia, a modalidade investe em previdência privada, longe do risco de oscilações do mercado.

Este tipo de fundo é recomendado para quem pensa na construção de patrimônio no longo prazo.

A modalidade oferece benefícios como a dispensa de passar por inventário, regressão de imposto de renda, assim como ausência de come-cotas (recolhimento antecipado do IR) e possibilidade de abatimento na base de cálculo do imposto.

Fundos imobiliários (FIIs)

Os recursos captados pelos FIIs são investidos em imóveis ou em papéis de renda fixa, como as LCIs e os CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários), que financiam o setor. 

Esta modalidade se assemelha aos fundos de investimento tradicionais, onde todo o recurso captado é administrado por um gestor. A compra de cotas de FIIs é realizada na bolsa de valores.

Todos os FIIs são obrigados a distribuir pelo menos 95% dos rendimentos aos investidores. Normalmente as gestoras fazem essa distribuição mês a mês.

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