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Setor de Papel e Celulose tem novos reajustes no preços este ano

O aumento, previsto para julho, é o sétimo do ano e faz com que o preço de venda da celulose atinja máximas históricas no mercado chinês

Papel e celulose

Os reajustes parecem incertos, em vista de uma possível desaceleração na atividade econômica global | Foto: Getty Images

Os produtores de celulose de fibra curta localizados na América do Sul, anunciaram novos reajustes nos preços da commoditie. O aumento, previsto para julho, é o sétimo do ano e faz com que o preço de venda da celulose atinja máximas históricas no mercado chinês.

A Suzano puxou o movimento de reajuste de preços, ao elevar entre US$20 a US$40 por tonelada de fibra curta, em meio a um cenário marcado por problemas na cadeia logística global, baixos estoques, paradas não programadas em algumas indústrias e aquecimento da demanda.

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O setor registra importantes investimentos, a exemplo do projeto Mapa da Arauco no Chile com entrega prevista para o segundo semestre do ano, e o projeto Cerrado da Suzano no Brasil, previsto para 2024. Diante da expectativa da entrada em operação antecipada de alguns projetos, o setor havia postergado a correção de preços.

No Brasil, a Arauco divulgou um plano para construção de uma nova planta de celulose no Mato Grosso do Sul, com início da produção previsto para 2028. O projeto prevê um investimento de US$3 bilhões e capacidade de produção anual de 2,5 milhões de toneladas

Apesar do momento positivo para o setor, os reajustes programados para final de 2022 e início de 2023 parecem incertos, em vista de uma possível desaceleração na atividade econômica global e receios com relação a demanda da commodity.

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