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ETF do Safra marca estreia do banco no mercado de fundos negociados na B3

Lançamento com o código SAET11 é opção do Safra para o segmento dos Exchange Traded Funds, os fundos negociados em Bolsa

Safra na B3

“Nós temos como estratégia a democratização e o acesso do pequeno investidor ao mercado e este ETF vem justamente ao encontro desse objetivo”, disse o presidente do Safra, Silvio de Carvalho | Foto: Divulgação

O ETF do Safra fez sua estreia na B3 nesta segunda-feira, dia 7. O produto marca a entrada do Banco Safra no segmento de fundos negociados em Bolsa, chamados de Exchange Traded Funds (ETFs).

O Safra Ibovespa Fundo de Índice é negociado pelo código SAET11 e busca refletir o desempenho do principal índice de ações do Brasil.

“Nós temos como estratégia a democratização e o acesso do pequeno investidor ao mercado e este ETF vem justamente ao encontro desse objetivo”, afirmou o presidente do Banco Safra, Silvio de Carvalho.

SAET11 complementa grade de investimentos

Com esse lançamento do ETF SAET11, o Banco Safra complementa sua ampla grade de investimentos disponíveis, que inclui fundos de gestão ativa consagrados, como Safra Galileo, bem como produtos estruturados e de renda fixa, além do seu fundo imobiliário JS Real Estate.

A instituição assim também estende a um público mais amplo a solidez e confiança de sua marca de mais 175 anos, uma vez que o SAET11 pode ser negociado por qualquer investidor na Bolsa, não apenas clientes do banco.

“É um passo extremamente importante para o Banco Safra e para os investidores. Estamos muito felizes em participar desse movimento”, disse Ricardo Negreiros, head da Safra Asset.

O que é um ETF?

O ETF é um fundo negociado em Bolsa com uma carteira que busca retornos atrelados à performance, antes de taxas e despesas, de um índice de referência.

As cotas do ETF são negociadas na B3 de forma semelhante às ações. Ao adquiri-las, o investidor compra indiretamente todas as ações da carteira teórica do índice por um valor acessível – atualmente a aplicação mínima é de menos de R$ 150.

Um dos principais atrativos do produto é o baixo custo de investimento. Como seguem estratégias passivas, as taxas cobradas são bem mais reduzidas do que nos fundos tradicionais.

Portanto, o SAET11 atende com efetividade aos perfis de investidores que desejam compor seus portfólios com um produto diversificado e de alta liquidez, além daqueles que têm como foco o controle de custos.

Ressaltamos que a taxa de administração do SAET11 é de apenas 0,25% ao ano, abaixo dos dois ETFs de Ibovespa mais negociados no mercado atualmente.

Vale destacar também que o Banco Safra pretende colocar no mercado ETFs de outros tipos ainda neste ano.

Mercado em expansão

O mercado de ETFs tem crescido de maneira global nos últimos anos. De menos de US$ 5 trilhões em 2018, ele já chegou a US$ 8,7 trilhões no mês passado, de acordo com a provedora de informações ETFGI.

No Brasil, o patrimônio líquido em ETFs ficou em quase R$ 30 bilhões em abril, quando cerca de 360 mil investidores possuíam esses fundos em suas carteiras, segundo a B3.

Diariamente, é negociada uma média de cerca de R$ 1,5 bilhão em ETFs no país.

Sobre o Banco Safra

O Safra é um dos maiores bancos privados do Brasil. Com atuação nos segmentos Pessoa Física e Pessoa Jurídica, a instituição possui patrimônio líquido de mais de R$ 13 bilhões. A carteira de crédito se aproxima de R$ 130 bilhões e os recursos de terceiros sob gestão totalizam cerca de R$ 310 bilhões. Os números são referentes ao fechamento de 2020.

O banco faz parte da história de uma família que atua no segmento financeiro há mais de 175 anos e que está presente em 26 países. Ao redor do mundo, os valores agregados sob gestão chegam a R$ 1,5 trilhão. Em todas as localidades onde atua, a marca Safra é reconhecida pela solidez, segurança e relacionamento próximo.

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